Vitiligo
O vitiligo é
uma doença de causa desconhecida que afeta 0,5 a 2% da população
mundial e tem predisposição familiar (30%). A prevalência
da doença varia consideravelmente entre os diferentes grupos étnicos,
sendo estimada em 2% no Japão, 1% nos EUA e 0,14% na Rússia.
As mulheres são geralmente mais acometidas do que os homens, porém
os estudos mais recentes sugerem prevalência igual para ambos os
sexos. Pode acometer todas as raças, ambos os sexos e aparecer
em qualquer idade, com média de aparecimento ao redor dos 20 anos.
Pode surgir após traumas mecânicos, químicos ou físicos,
como por exemplo, queimaduras. Algumas vezes associa-se a outras doenças
como diabete mellitus, doenças reumatológicas, doenças
da tireóide, anemia. Vários fatores têm sido associados
à etiopatogenia da doença. Os principais são:
- Herança: o fator genético presente é
autossômico, dominante ou recessivo e multifatorial, ou seja, com
provável participação de vários genes. Aproximadamente
20% dos pacientes com vitiligo têm pelo menos um parente de primeiro
grau com a doença.
- Auto-imunidade: o vitiligo tem sido considerado doença
auto-imune devido à associação positiva com algumas
doenças como tireoidites, diabetença auto-imune devido à
associação positiva com algumas doenças como tireoidites,
diabetes mellitus e alopecia areata. Tem sido relatada associação
com HLA - DR4; também DW7, DR1, B13, A2, B21, CW6, DR53, A19 e
DR52.
- Fatores ambientais: 10 a 76% dos pacientes com vitiligo
atribuem a doença a algum fator precipitante. É provável
que o estresse, a exposição solar intensa e a exposição
a alguns pesticidas atuem como fatores precipitantes da doença
em indivíduos geneticamente predispostos.
Apresenta-se como manchas de forma
irregular, inicialmente hipocrômicas e após acrômicas
com hipercromia nas bordas. As lesões geralmente são simétricas
e localizam-se principalmente nas pálpebras, ao redor da boca,
nos genitais, região perianal, nas áreas sujeitas a traumatismos
como as proeminências ósseas e algumas áreas de dobras.
No entanto, qualquer outra área da pele pode ser acometida. As
palmas das mãos e as plantas dos pés geralmente não
são atingidas.
As manchas do vitiligo podem variar
em número e tamanho. Sua distribuição pode variar
de restrita a generalizada, em raros casos pode atingir toda a pele (vitiligo
universal). As lesões não apresentam sintomas e a superfície
da pele é normal, exceto pela falta de cor. É importante
salientar que pela ausência de pigmentação as áreas
afetadas são muito mais sensíveis à radiação
solar queimando-se facilmente. Portanto, é fundamental o uso de
protetor solar nas áreas acometidas expostas ao sol.
Um aspecto dessa patologia que não pode ser esquecido é
o psicossocial. Porter et al. mostraram em um estudo que mais
de 50% dos pacientes com vitiligo dizem sofrer algum tipo de discriminação
social e que 20% deles chegam a ser tratados de maneira rude. Assim, o
paciente com vitiligo não deve ser encarado como possuidor de uma
doença orgânica apenas, mas como um doente que vive em uma
sociedade na qual a aparência tem grande apelo, até profissional.
O tratamento visa estimular
o retorno da pigmentação e pode ser local ou sistêmico.
Entre as opções estão corticosteróides, psoralênicos,
beta caroteno, fototerapia, transplante de melanócitos e outros
ainda em estudo. A resposta ao tratamento é melhor nos casos mais
recentes, com menor número de lesões e quanto mais escura
for a pele.
Paralelamente ao tratamento podem
ser usados cosméticos especiais que camuflam as lesões minimizando
o prejuízo estético. Quanto a melagenina, medicação
cubana retirada do extrato placentário que foi muito usada, não
há estudos científicos bem controlados que comprovem sua
eficácia.
Última atualização:
22/02/2006
Sardas (ou Efélides)
O
cloasma difere das sardas quanto à forma. As sardas são
pequenas, redondas e têm origem hereditária. Ambas podem
surgir ou se acentuarem com a exposição da pele à
luz solar. As sardas têm maior incidência em pessoas de pele
clara (tipo I e II), ao contrário dos cloasmas, cuja maior incidência
é justamente em pessoas de pele mais pigmentada (tipo III e IV).
As sardas usualmente não são tratadas, podendo-se utilizar
apenas bases cosméticas e filtros solares.
Última atualização:
19/11/2005
Melasma
(Cloasma)
Quando
nos expomos à irradiação ultravioleta (banho de sol),
ocorre a síntese de pigmento (melanina) pela pele. Este processo
é popularmente conhecido como bronzeamento, e tem uma função
muito importante, que é a proteção do DNA de nossas
células epidérmicas contra os danos causados pela radiação
ultravioleta. Os seres humanos mudam de cor com mais rapidez do que muitos
animais quando expostos ao Sol - ou eles continuam brancos, ou ficam vermelhos
ou bronzeados. Se você se expôs ao Sol e sua pele ficou queimada
(vermelha), aconteceu de duas uma - ou você tem um tipo de pele
com pouco pigmento (tipo I e II) ou não houve tempo suficiente
para a sua pele formar a melanina protetora.
Em princípio, pode-se observar
uma tonalidade uniforme ao longo da pele de cada ser humano, seja ele
branco, amarelo, moreno, ou negro. Acontece que, em determinadas situações,
a pele pode apresentar pintas e manchas, mais claras ou mais escuras que
a pele normal. Quando manchas, nódoas ou pintas surgem na pele,
é preciso consultar um dermatologista para saber a origem dessa
nova pigmentação, pois algumas são reversíveis
e benignas, outras podem ser permanentes ou mesmo cânceres de pele.
As manchas benignas escuras mais comuns são os cloasmas (ou melasmas)
e as sardas (ou efélides).
Cloasmas (ou melasmas)
são manchas benignas, irregulares, simétricas e mais escuras
que a pele normal. Surgem principalmente nas maçãs do rosto,
testa, nariz, mento e têmporas, mas podem aparecer em outras áreas
expostas ao Sol (como colo e mãos). Essas manchas também
ocorrem nos homens, mas sua maior incidência é em mulheres,
especialmente nas grávidas ou naquelas que fazem uso de hormônios
(reposição ou anticoncepção). O mecanismo
de formação do melasma na gestação está
ligado aos fenômenos de aumento da pigmentação, provavelmente
decorrentes de estímulo hormonal estrogênico e progestogênico
ou através do hormônio estimulante da formação
de melanina. Daí observarmos com mais evidencia um aumento da pigmentação
nos mamilos, aréolas mamárias, genitália externa
e na linha do abdome que desce desde o umbigo até aos pelos pubianos,
como também nas faces internas das coxas e axilas, o que tendem
a diminuir gradualmente após o parto. Nos homens, denominadas melasmas,
as manchas estão relacionadas com o uso de medicamentos (antidiabéticos,
antibióticos, etc...), de loções pós-barba,
de sabonetes aromatizados com produtos cítricos, e de outros produtos
cosméticos masculinos.
Entre as mulheres, os cloasmas
aparecem mais nas mulheres de pele escura (tipo III e IV) do que nas de
pele clara (tipo I e II). Além dos fatores hormonais e da exposição
solar, a tendência genética também influencia no surgimento
do cloasma. O surgimento do cloasma é lento e pode passar imperceptível
para a mulher. Se for discreto tende a desaparecer com o decorrer do tempo.
O cloasma gravídico, também chamado de 'máscara da
gravidez', tende a desaparecer espontaneamente alguns meses depois do
parto, pela própria descamação natural de nossa pele,
embora o tratamento ajude a acelerar o seu desaparecimento. Estas manchas
não afetam a gravidez nem o bebê, no entanto, algumas podem
permanecer por muitos anos e serem de difícil resolução
e acarretarem problemas sociais e estéticos.
Tratamento
O resultado do tratamento do cloasma
depende de sua profundidade, extensão e tipo de pele. Quanto mais
camadas de células pigmentadas da pele houver, mais intenso o cloasma
e mais tempo leva para desaparecer. Quanto mais pigmentada for a pele,
mais intenso pode ser o cloasma.
Os
produtos utilizados no tratamento são os filtros solares (químicos
ou físicos), os despigmentantes de pele (hidroquinona, arbutin,
ácido kójico, ácido azeláico, etc...) e os
produtos que aceleram o turnover celular (ácido retinóico,
ácido glicólico, etc...). Peelings superficiais
podem acelerar o processo (pois esfoliam a pele) e, neste caso, durante
e após o tratamento a mulher não deve se expor ao sol. Alguns
produtos podem, ao invés de melhorarem a pigmentação,
causarem irritação na pele e conseqüentemente aumentarem
a pigmentação. Existem os chamados cosméticos de
camuflagem, que cobrem as manchas, os chamados cover marks ou
bases de maquiagem. A orientação do dermatologista é
importante, porque alguns produtos incluídos em cremes dermatológicos
não podem ser usados no tratamento do cloasma durante a gravidez
e a amamentação.
Prevenção
A
etapa mais importante na prevenção do aumento das manchas
no melasma é evitar a exposição ao sol e a outras
radiações ultravioleta (UV). Existem dois tipos principais
de radiação ultravioleta: a UVA e a UVB. A principal fonte
de UVA é a luz solar. Porém, esta radiação
também pode ser emitida por
lâmpadas fluorescentes, por fotocopiadoras,
por camas de bronzeamento, por clarões e faíscas de solda,
e por monitores de computador. Estas fontes de UVA devem ser evitadas
ao máximo, pois podem exacerbar ou promover a permanência
da pigmentação em pacientes com melasma.
O ideal é prevenir o cloasma durante a gravidez
e tratá-lo após a gravidez e amamentação.
Não economize no protetor solar - compre aqueles potentes o suficiente
para bloquearem a radiação ultravioleta solar (UVA e UVB).
Exponha-se ao Sol nos horários adequados, e reaplique o filtro
solar a cada quatro horas. Além do rosto, outras áreas são
afetadas por cloasmas (colo, ombros, braços e mãos). Use
chapéus e camisetas com mangas. Anticoncepcionais e reposição
hormonal podem causar manchas na pele se você não usar protetor
solar diariamente. É importante alertar que, durante a gravidez,
alguns produtos devem ser evitados, pois ainda não há estudos
conclusivos provando que não prejudicam o feto. Assim sendo, para
o tratamento do melasma as mulheres devem procurar orientação
medica ou aguardar o termino da gravidez e da amamentação.
Última atualização:
15/03/2006
Tratamentos
de Manchas na Pele
Ácido
retinóico + Hidroquinona: as fórmulas feitas com
estes dois componentes são bastante usadas e a concentração
de deles dependerá do tipo de pele, da profundidade da mancha e
outros fatores individuais que são analisados pelo dermatologista
caso a caso. Em algumas fórmulas são adicionados corticóides
para aumentar a eficiência das fórmulas. Os efeitos colaterais
são descamação e pele levemente rosada. Eles devem
ser aplicados à noite e de preferência no inverno. São
receitados numa consulta simples ao dermatologista.
Microcauterização: um dos métodos
mais eficientes e simples para tratar sardas escuras e claras, melanoses
(manchas localizadas), queratoses actínicas e pintas superficiais.
Um aparelho com ponta finíssima e quente é aplicado em cima
de cada lesão. A carga elétrica causa destruição
da mancha indesejada. O processo pode ser feito em qualquer tipo de pele
e o dermatologista aplica cremes anestésicos ou anestesia local
em cada lesão antes de realizar o procedimento, que é rápido
e de baixo custo, podendo ser feito durante uma consulta simples. O efeito
colateral é deixar crostas por 10 dias no rosto e de 15 a 30 dias
no resto do corpo.
Neve Carbônica: ideal para loiras e ruivas e quase
indolor, este método consiste em aplicar um bastonete de gelo seco
sobre as lesões que são destruídas pelo frio intenso.
Deixa crostas por um período de 10 a 30 dias e necessita de três
aplicações para garantir resultados satisfatórios.
Amelan: a aplicação é feita no consultório
com um dermatologista e há uma manutenção em casa.
Este método é usado para tratar de melasmas e cloasmas.
Há uma leve descamação e vermelhidão que pode
ser disfarçada com o uso de protetor solar e hidratante.
Laser:
alguns tipos de tratamentos com Laser podem acelerar a descamação
da pele, semelhante ao efeito do peeling químico. Novos
tipos de laser eliminam as manchas da pele e estimulam a formação
de colágeno.
-
Laser
Quantum: é atualmente o mais usado para resolver as
manchas avermelhadas do pescoço, que até então
representavam um problema de difícil resolução
com ótimo resultado. Útil também para melanoses
solares.
-
Laser de Co2:
pode ser usado para melanoses e queratoses. No caso de peelings
de laser (Resurfacing a laser) seu alto custo e resultados
semelhantes aos peelings de ATA, período de recuperação
longo (três a seis meses) e os riscos de hiperpigmentação
e cicatrizes tem desestimulado seu uso para este fim, colocando-o
em segundo e terceiro planos.
-
Laser de Rubi:
esta variação do comprimento do laser é bastante
usada para minimizar sardas escuras.
Algumas manchas podem
ser causadas por: picadas de insetos, queimaduras leves e arranhões
costumam deixar a pele manchada. A princípio as lesões são
cor de vinho, rosadas, mas depois podem se tornar castanhas, já
que o organismo "deposita" melanina nos locais onde houve uma inflamação,
particularmente nas pessoas de pele morena ou dourada, as mesmas que pegam
bronzeado com facilidade. A acne também deixa manchas avermelhadas
escuras, por longo tempo após as espinhas terem desaparecido, fazendo
com que cada espinha nova que apareça cause aborrecimento por muitos
meses.
Última atualização:
15/03/2006
Olheiras
O que são olheiras?
A hiperpigmentação suborbital, popularmente conhecida como
olheiras, são aquelas manchas escuras que aparecem nas pálpebras
superiores e inferiores, circundando os olhos, dando um aspecto de cansaço
na face.
O
que causa as olheiras?
As olheiras surgem em decorrência do acúmulo de melanina
(pigmento escuro da pele) e da congestão dos vários vasos
sanguíneos em baixo dos olhos (estase de sangue venoso). O fator
genético (etnia) é o mais comum deles (muitos descendentes
de povos árabes e de latinos apresentam olheiras), elas podem aparecer
por conta do cansaço e estresse do dia-a-dia, causadas pelas noites
mal dormidas, período pré-menstrual, doenças endócrinas
e metabólicas, etc... Outros dois fatores também favorecem
o aumento das olheiras com o passar do tempo: o fotoenvelhecimento e a
gravidade. A medida que a pele da região da pálpebra inferior
se move para baixo, por efeito da gravidade, ela torna-se mais fina; os
vasos sanguíneos aumentam, em resposta a esse adelgaçamento
e maior transparência.
Quais as técnicas
de prevenção e tratamento?
Não existe uma prevenção para olheiras porque, na
maioria dos casos, elas são um problema genético. No caso
das formadas por cansaço, é preciso dormir com qualidade
de sono. A incidência em homens e mulheres é igual, porém
o problema é mais comum em mulheres morenas, que já têm
mais pigmentação na pele, e além disso, a tensão
pré-menstrual pode agravar as manchas.
Nenhum tratamento para olheiras é definitivo. O tratamento mais
eficaz é a aplicação local de laser de luz pulsada.
O laser clareia a pele e diminui os vasos. Apesar de melhorar muito o
aspecto, com o tempo, as olheiras tendem a voltar. Depois de um ano é
preciso refazer o tratamento. Deve-se evitar tomar sol durante as aplicações
do laser. Outros tratamentos tópicos muito bons são com
cremes à base de vitamina K e ácidos. Compressas geladas
de chá de camomila também melhoram o aspecto.
Hoje em dia existem muitos produtos no mercado para resolver esse problema.
Alguns dos tratamentos mais eficazes são os peelings químicos
específicos para os olhos, que amenizam o aspecto escuro das olheiras.
Depois do laser esse é o tratamento mais eficaz contra as olheiras.
O peeling melhora em cerca de 60% o aspecto das indesejáveis
manchas escuras
Os cosméticos ajudam
a aliviar?
Vários cosméticos para o tratamento desta desordem foram
colocados no mercado, com promessas de atenuação e até
eliminação das olheiras, mas o passar dos tempos mostrou
que a camuflagem (cover mark) ainda é o melhor produto
para o disfarce desta hiperpigmentação.
Última atualização:
15/03/2006

Manchas solares
no dorso das mãos
Estas
manchas solares, popularmente chamadas de manchas senis, são causadas
pela ação cumulativa da luz solar sobre a pele. O aparecimento
delas também depende do tipo de pele, e é mais freqüente
nas pessoas com pele clara. Felizmente, há como retirá-las
com a cauterização com ácidos, crioterapia (neve
carbônico ou nitrogênio líquido) ou com o laser (Quantum).
Deve-se usar em casa os cremes à base de clareadores e vitamina
A associados. Lembre-se ainda de usar sempre um protetor solar (FPS 15
no mínimo), mesmo quando for sair ao Sol por um período
de tempo curto: além de ser importante no tratamento, vai ajudar
na prevenção de novas manchas e câncer de pele. Veja
como prevenir o aparecimento de manchas e rugas no dorso das mãos:
-
Iniciar o uso de hidratantes
e protetores solares no dorso das mãos diariamente aos 18 anos.
-
Evitar a exposição
exagerada ao Sol desta região, mesmo quando digirir no trânsito.
-
Nos casos em que as mãos
aparentam envelhecimento, existe a indicação do laser
não ablativo que elimina as manchas e propicia uma reorganização
das fibras colágenas e elásticas melhorando muito a
aparência da pele da região.
-
Não existe tratamento
cirúrgico eficaz para o envelhecimento das mãos.
Última atualização:
15/03/2006

Manchas
de varizes
É
muito comum nos consultórios pacientes que procuram tratamento
de resíduo de pós escleroterapia ou cirurgia de varizes.
A incidência de pigmentação varia em torno de 10-30%,
esta é menor em teleangectasias e ocorre geralmente 6 a 12 semanas
após. O quadro clínico se apresenta como uma mácula
amarronzada e que raramente é puntiforme. Na verdade isto ocorre
independente do agente esclerosante, a fisiopatologia está ligada
a insuficiência venosa crônica que levará a manifestação
dermatológica conhecida como Dermatite Ocre. A pigmentação
da estase crônica é mista: hemática e melânica
e a pós eclerose é apenas hemática, o ácido
mercaptoacético atua nas duas fases. No
consultório médico, após
limpeza com detergente na zona cutânea com pigmentação,
o médico aplica um gel exclusivamente sobre a área massageando
levemente, deixar agir o produto por até 20 minutos (causa discreta
hiperemia local ou frost em torno da mancha), depois usa uma solução
neutralizante. O tratamento se repete semanalmente ficando a critério
médico a duração podendo chegar a meses dependendo
da extensão da pigmentação. Em casa o paciente pode
usar ácido mercaptoacético a 5% em creme
diariamente. Efeitos Indesejáveis: Pode ocorrer vermelhidão,
queimação, prurido e esfoliação que desaparecem
descontinuando o uso.
Tulli R.; Izzo M. ;Mendes J.Q. El papel Del ácido
tioglicólico en las pigmentaciones férricas. Revista panamericana
de Flebologia y Linfologia nº 41 Jun 2001
Última atualização:
13/09/2006

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