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Devemos observar e retirar todas as "pintas" que sofram modificações (Regra ABCD - Assimetria, Bordas irregulares, mais de uma Cor e Diâmetro superior a 6mm), aquelas com evolução num curto período de tempo (semanas ou meses); aquelas que coçam, ardem ou doem; sinais escuros nas plantas dos pés, palmas das mãos, couro cabeludo, dentro da boca ou nas mucosas dos genitais; "pintas" que sangram, ou feridas que não cicatrizam (no dorso do nariz, lábios, bochechas, colo, mãos, etc...). Sinais de nascença são tão ou mais perigosos que aqueles que surgem na juventude e devem ser examinados e retirados sempre que possível. Em geral, toda "pinta" escura apresenta a possibilidade de se tornar câncer de pele. Felizmente tal transformação ocorre apenas numa minoria delas, o que não significa que devemos ignorá-las. Uma vez que estas lesões estão visíveis e em local de fácil acesso (a pele), isto permite a vigilância constante e sua retirada quando necessária. Algumas "pintas" devem ser retiradas, mas não todas. Devem ser removidas apenas as lesões suspeitas, evitando cirurgias desnecessárias e as cicatrizes inestéticas. Entretanto, a experiência diz que quando uma pessoa "cisma" com uma "pinta", vale a pena retirá-la e enviá-la para exame anatomopatológico. É bom ressaltar que muitas "pintas" ou sinais podem ser lesões benignas denominadas nevos melanocíticos. Várias outras lesões que surgem na pele podem ser semelhantes aos nevos melanocíticos e devem ser cuidadosamente examinadas. O dermatologista é o profissional qualificado para avaliar se uma lesão realmente deve ou não ser removida, ou biopsiada.
Carcinoma
basocelular (CBC): O carcinoma basocelular é câncer
da pele (não melanoma) mais freqüente, representando cerca
de 70% dos cânceres de pele. Sua ocorrência tem relação
direta com a exposição cumulativa da pele à radiação
solar durante a vida. A proteção solar é a melhor
forma de prevenir o seu surgimento. Por ser um tumor de crescimento muito
lento e que não dá metástases (não envia células
para outros órgãos), é o de melhor prognóstico
entre os cânceres da pele. A maioria das lesões aparece na
face. Sua apresentação mais típica é uma lesão
de cor rósea e aspecto "perolado", com finos vasos sanguíneos
na superfície e que cresce progressiva e lentamente. Pode ulcerar
ou sangrar devido a pequenos traumatismos. Carcinoma
espinocelular (CEC): O carcinoma espinocelular é um câncer
de pele (não melanoma), representando cerca de 20 a 25% dos cânceres
da pele. Ele surge em áreas de pele sadia ou previamente comprometidas
por cicatrizes de queimaduras antigas, feridas crônicas ou lesões
decorrentes do efeito cumulativo da radiação solar sobre
a pele, como as queratoses solares (pequenas asperezas da pele que não
somem), e cicatrizes de radioterapias. Tem crescimento mais rápido
que o carcinoma basocelular, atinge a pele e as mucosas (lábios,
mucosa bucal e genital) e, se não for tratado precocemente, pode
enviar metástases para outros órgãos. A proteção
solar é a melhor forma de prevenir o seu surgimento, pois sua localização
mais freqüente é em áreas de pele expostas continuamente
ao sol. São lesões pequenas, endurecidas que têm crescimento
rápido formando lesões elevadas ou vegetantes (aspecto de
couve-flor). É freqüente haver ulceração (formação
de feridas) com sangramento. A incidência de câncer de pele
não melanoma quase triplicou em mulheres com menos de 40 anos nas
últimas três décadas. De acordo com pesquisadores
da Mayo Clinic em artigo publicado no Journal of the American
Medical Association, este é um sinal de que o hábito
do bronzeamento ainda é popular, apesar das advertências
sobre os perigos para a saúde. O bronzeamento da pele é
percebido como sinal de saúde e de beleza, mas é importante
mudar esta mensagem. Mulheres jovens ainda usam bronzeamento artificial
ou se deitam ao sol, apesar dos avisos sobre o perigo da ação
cumulativa dos raios solares para a saúde (veja em Bronzeamento
Artificial).Entre homens com menos de 40
anos, a incidência de carcinoma basocelular não aumentou,
apesar da taxa de carcinoma espinocelular ter aumentado. Os homens não
prestam tanta atenção à pele como as mulheres e podem
não reconhecer lesões existentes, não procurando
assistência médica precoce. O número de casos também
aumentou em pessoas acima de 50 anos. Como estes tumores geralmente ocorrem
em pessoas com mais de 50 anos, pouca atenção tem sido dada
ao número de casos em jovens.
Estes são os dois tipos
mais comuns de câncer de pele e podem ser removidos mais facilmente
que o melanoma maligno, o mais agressivo e mortal câncer de pele.
Melanoma Maligno: É o mais agressivo e mortal câncer de pele (não existe o melanoma benigno), com alto potencial de produzir metástases. Pode levar à morte se não houver diagnóstico e tratamento precoces. É mais freqüente em pessoas de pele clara e sensível. Normalmente, inicia-se com uma pinta escura. Felizmente sua incidência é baixa em relação aos outros tipos de câncer de pele. O diagnóstico do melanoma é feito examinando-se as pintas, que podem mostrar sinais como mudança de cor e aspecto. Para examiná-las e constatar alguma irregularidade, usa-se a Regra ABCD, que significa:
1. A vacina em questão foi desenvolvida no Hospital Sírio-Libanês pelos Dr. Luiz Câmara Lopes (Laboratório de Patologia Clínica e Molecular do Hospital Sírio-Libanês) e Dr. José Alexandre Barbuto (ICB-USP), tendo a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, através do Instituto de Ensino Pesquisa (IEP) e o Conselho Nacional de Pesquisa (CONEPE), com o patrocínio da Fapesp, tendo seus resultados sido publicados na Revista Cancer Immunology, Immunotherapy no dia 4 de junho de 2004, encerrando, com tal publicação, o acordo de pesquisa e cooperação existente entre as partes retro mencionadas. 2. Tal vacina, denominada Hybricell é comercializada pela Genoa - Biotecnologia S.A, que tem dentre os seus dirigentes o Dr. Luiz Câmara Lopes, responsável por sua aprovação junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 3. A indicação de tal tratamento é ato médico, portanto atribuído ao médico do paciente portador dos tipos de câncer mencionados, podendo ser aplicada em clínicas oncológicas ou qualquer hospital, bastando, para tanto, o contato com seus fornecedores - Genoa Biotecnologia S.A 4. O Hospital Sírio-Libanês, com exceção da fase de pesquisa, não tem qualquer relacionamento societário ou acordo para a comercialização de tal vacina, limitando-se a proceder à sua aplicação nos pacientes atendidos em suas instalações, quando assim prescrito pelo médico do referido paciente, não se responsabilizando, pois, pela sua indicação ou pelos resultados do procedimento. Mauricio
Ceschin Última atualização:
23/11/2005 Última atualização:
23/11/2005 Comentário: Este estudo intrigante sugere que a exposição intensa e intermitente ao sol protege, de algum modo, contra morte, embora o risco para desenvolver melanoma aumente com a exposição. É difícil compreender como a exposição intensa ao sol antes da formação do melanoma pode modular a sobrevida depois do desenvolvimento do tumor. Filtros solares não foram considerados; os dados foram colhidos na década de 1980, quando poucos os usavam de modo consistente. A incidência de melanoma elevou-se desproporcionalmente com a mortalidade nas últimas décadas; alguns têm postulado que a exposição ao sol possa contribuir para a formação de melanomas menos agressivos. Neste paradigma, os melanomas letais de crescimento mais rápido podem ter menos relação com a exposição ao sol. Os autores também consideraram a vitamina D e o aumento da melanização como mecanismos protetores, e a elastose solar pode produzir um escudo antimetastático. Essas possibilidades continuam hipotéticas até que sejam realizados mais estudos (H Tsao, MD, PhD). Berwick M et al. Sun exposure and mortality from melanoma. J Natl Cancer Inst 2005; 97:195-9. Última atualização:
09/01/2006 Última atualização:
15/03/2006 Instituto Nacional de Câncer O que é o auto-exame
da pele? Quando fazer? O que procurar?
Deve-se ter em mente o ABCD
da transformação de uma pinta em melanoma, como descrito
abaixo: Como fazer?
ATENÇÃO: Caso encontre qualquer diferença ou alteração, procure orientação médica. Evite exposição ao sol das 10h às 16h e utilize sempre filtros solares com fator de proteção 15 ou mais, além de chapéus, guarda-sóis e óculos escuros. Fonte: Instituto Nacional de Câncer - www.inca.gov.br Última atualização:
13/08/2006
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